terça-feira, 1 de julho de 2008

Arvirtua

As árvores se despemde um tempo passado, De onde querem Um tempo sem atraso. O começo arvirtuoso De um dia incomum. É que nasce um rosto,em tempo algum. Se os dias são os mesmos,tenho que correr. Não existe contratempo,em um certo momento.. irei morrer. Deixarei meu gosto... Em chuvas e temporais,o mundo nos olha! Somos todos iguais. A vida passa lá fora,eu olho pela janela. Existe talvez, agora,uma porta entreaberta. Passarei por cálidos tempos, Aprenderei a viver. Temos sofrimentos... Para um dia amadurecer...
Alen Guimaraes - Poeta dos Ventos

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